O LIMITE DE UM CEGO É O TATO O LIMITE DE IGNORANTE É O CONHECIMENTO ,o LIMITE DE UM SONHADOR É NÃO TEM LIMITES..SONHE E SERÁ MAIS QUE VENCEDOR!!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
INTEVENÇÃO INTERMEDIATICAS.
Avaliação Processual.
O ser humano está em todo momento fazendo histórias, construindo coisas mesmo nas cidades pequenininhas feito Olhos D’ Água. Logo é transformar essas histórias em vivencias artísticas, primeiro passo a ser seguido é as pegadas artísticas espalhadas em diferentes espaços dentro da comunidade em formas de expressões, trabalhos, idéias e pensamento que através da arte mudaram posições,coisas,revolucionaram e criaram expectativas e transformaram atitudes. Abrir as janelas e se permitir, buscar o novo incrustado no velho, as descobertas no percurso foram aos poucos absorvidas pelo grupo e descobrimos que arte neste lugar sempre pregou uma modernidade através de seus autores pedagógicos que tiveram uma preocupação de inserir desde cedo a arte no contexto educacional ,particularmente por causa do sincretismo religioso .Iniciar um trabalho pegando o gancho na crença popular para finalizar dentro do contexto educacional foram as estratégias usadas por educadores da Universidade de Brasília que dês há muito ,se instalou no lugarejo. A partir do Estagio e da FAV/UAB nos proporcionou a liberdade de se permitir conhecer e reciclar as idéias e descobrir que o mínimo de conhecimento que se possui trás mudanças gigantescas rompendo com barreiras e nos alargando as fronteiras e entendendo que ainda não saímos do território, mais estamos prestes, após esta a enveredar por lugares que nem imaginávamos .Estes são os sentimentos que interage com os saberes que são absorvidos a medida que são instalados dentro de cada um .
Quando no primeiro momento do Estágio I, foi pedido que fossemos as ruas para mapear a cidade, apreensiva tivemos dificuldades, sem entender, achava desnecessário, habituado ao sedentarismo esforçava por abrir as janelas e as portas e sair por ai por possíveis locais de arte, logo a ansiedade passou e pode ter significativas experiências,vi o sol e andei ao ar,ouvi o silvo dos ventos e o barulho dos pássaros e encontrei com pessoas ouvi suas histórias e outras vezes reclamações sobre a prestação de serviços da Prefeitura.Enfim quando finalmente encontrávamos o endereço local de Ateliês, percebemos um mundo dentro da cidade e o desenvolvimento destas como meio de expressão e sobrevivência.Questionamentos foram sendo enumerados em relação a sobrevivências dos artistas e a dificuldades destes para se firmar no mercado. As experiências vão somando no que podemos aplicar na elaboração dos currículos. Arte como apreciação, como repasse de cultura ou de resgate cultural e arte como produto para o mercado sem dizer que podemos explorar o ateliê como espaço de criação e produção ver os processos os matérias utilizados os meios de como é feito, outra coisa é explorar as experiências do artista como palestras agendadas,ampliando o currículo.Assim há uma interação da escola e comunidade uma educando a outra mutuamente.
O contato com a escola nesse segundo momento do Estágio II foi do interno para o externo, PDE/PRESTAÇÃO DE CONTAS/MERENDA/PPP e toda a pratica burocrática como o SIGE. A Diretora da escola escolhida para este Estágio nos fez a questão de nos mostrar tudo para que pudéssemos entender o que é a escola. O segundo passo foi conhecer a história da escola a planta baixa mapeada e a luta diária para manter a educação como foco de transformação e mudanças, o espaço físico da escola também foi bastante explorado como o prédio, os espaços da escola como também sua ocupação tanto por objetos como por atuação de pessoas, salas de aulas, banheiros, bibliotecas, depósitos, secretaria, laboratório de informática,sala de professor e cantina, como é o trabalho diário na escola e como é ser mediador na escola. Bem como o pátio e o espaço periférico.
O conteúdo adquirido nas ruas no primeiro momento do estagio I ,foi bastante importante no sentido de ter equilíbrio dentro da classe do 9ºAno ,amparados por conhecimento, podendo ter em nossa fala inicio meio e fim,com a clareza de exposição fazendo entender o propósito da presença do grupo ali,exploramos a fotografia como ação/pedagógica.Nesse momento sentimos que estávamos falando a mesma língua que os alunos,uma proposta moderna,leve proporcionando a cada um de ser autor de suas próprias narrativas a refletindo um pouco demos conta do quanto somos responsáveis quando somos denominados professor/orientador/mediador.Possibilidades de inovar ministrar com conhecimento segurança e tudo o que conquistamos através da organização por isso a imprescindível o planejamento,aliás como tudo que é bem sucedido.Na verdade para o professor de arte este é desafio a parte por ter ciência de que somos pesquisadores elaboradores do conteúdo a ser aplicado.As experiências midiáticas como o Blog do Estágio o processo de criar nos abriu também para a arte digital que em pouco tempo tomou um enorme espaço sugerindo novos artistas no disigner digital e com o próprio ambiente do AVA,a rede de pesquisa Google e a internet de modo geral,USBs e fotografia digital amplia as experiências nos atualizando frente aos acontecimentos e a realidade nos colocando em pauta com o pensamento e os fazeres desta geração.
O terceiro momento do Estágio III, com a idéia amadurecida ,saí as ruas e entrei nos espaços estranhando o familiar em busca de uma porta onde pudesse explorar as histórias exatamente aqui me permitir a experimentar a poética através de leituras metódicas e inspiradas de minha porta, o caminhar foi nos envolvendo por que ,não sabia onde terminaria.As vezes caminhava e voltava com a sensação de vazio,era frustrador,logo depois nos espaços de dias e se envolvendo nas histórias de vida das coisas por aqui,ia matando a grande charada.Eureca!Achei minha porta. A casa da Lú este é um espaço de convivência e descobertas mil, em cada canto têm uma passagem que leva a outra dimensão, pois a casa da Lú não se divide em cômodos, mas em dimensões, para crianças de todas as idades, basta apenas adentrar para navegar por este universo tridimensional, que se chama H2OLHOS, aberta aos moradores de Olhos D’Água sem formalismos.
Ampliou nos a visão porque este espaço tem toda uma história com meio ambiente e sua família é de artistas alguns afamados, bem a sua história me abriu portas, como era fácil organizar um teatro, logo montei um grupo, pensei em trabalhar com mascaras indígenas ter toda aquela encenação artística visual, não deu certo embora o grupo rompeu sozinho e vai se apresentar na próxima feira de trocas movimento cultural local.Então o gancho foi o Desenvolvimento Sustentável para combinar com minha porta,a idéia foi tomando proporção,pois devia ser também A Intervenção Artístico/Pedagógico, o questionamento foi gerado em mim com respostas da seguinte forma ,por que deveria reunir um grupo em meu favor?Para servir apenas enquanto durasse o Estágio,a consciência foi logo gritando,é puro egoísmo! A tarefa foi planejar, algumas estratégias e reuniões na parca da cidade, dali fui tirando pessoas que gostavam de arte,na verdade,o conceito de arte é a sensibilidade da criatividade e do belo segundo o pequeno grupo,nos acertamos ,nos reunimos poucas vezes ,coloquei a importância do estágio,a finalização deste trabalho,mais que não se preocupassem não por que em troca desse favor eu abriria um blogger para expor os trabalhos na internet até mesmo a criação de um site se preciso for,outra coisa boa era o espaço que poderiam vender suas peças quando criadas em uma lojinha e na banca da feira local e também de Alexania pois havia conseguido uma parceria significativa e bastante interessante.A proposta é voltada para tomada de consciência ambiental,vamos nos desenvolver combinando preservação do meio em que vivemos ,logo depois foi recolher o lixo e ir atrás de garrafas petis,pneus de motocicletas e recipientes de plásticos conciliando com restos de coisas,como retalhos ,madeiras,sementes etc..Deu certo.O grupo de três pessoas ,já faturou mais de 630 reais desde o dia que começamos ,parece ser muito pouco mais é significativo para quem não ganhava nada .E importante dizer que não houve gastos só mão de obra e que o grupo de oito pessoas restaram apenas três,o que deu errado foi só isso em relação a esta segunda proposta ,as necessidades do presentes são atendidas sem prejuízos para o futuro no que dizem respeito a natureza.Aprendemos a separar o lixo orgânico e o seco.Fazer uma seleção do lixo e também se tornar missionários desta idéia e proliferá-la na comunidade pelo o menos,assim a cidade vai educando e sendo educada para as questões artísticas ambientais.Conclui se que através das experiências adquiridas das vivencias proporciona o conhecimento ampliando a visão sendo capaz de perceber as influencias artísticas e o quanto de comunicação que estas carregam entendi que tudo o que existe tem uma história que deve ser respeitada mais as vezes amamos mais as coisas do que as pessoas este valor a cidade educadora nos mostra que devemos amar as pessoas mais do que as coisas olhando o potencial de cada um e o universo que existe dentro do ser humano ,cada um tem seus saberes seus caminhos, sua bagagem cultural e esta no mediador a capacidade de contribuir a de instigar a ampliação destes saberes,de fazer analises e refleti-lás dentro da cultura visual conhecer e discernir o processo de ensino/aprendizagem o relacionamento que toda esta vivencia se aplica no convívio de aluno/professor nas descobertas midiáticas ,na interpretação textual e textual imagética ,até mesmo , o causo de um lavrador ou uma expressão em silencio alfabetizar para aprender ler os olhos as placas e a mundo e a vida em seus significados mesmo nas crises existenciais,assim sendo as ações pedagógicas são ampliadas pois os que nela atuam datem informação e conhecimento.
Aluna. Camélia Alves Jardim Parente.
O ser humano está em todo momento fazendo histórias, construindo coisas mesmo nas cidades pequenininhas feito Olhos D’ Água. Logo é transformar essas histórias em vivencias artísticas, primeiro passo a ser seguido é as pegadas artísticas espalhadas em diferentes espaços dentro da comunidade em formas de expressões, trabalhos, idéias e pensamento que através da arte mudaram posições,coisas,revolucionaram e criaram expectativas e transformaram atitudes. Abrir as janelas e se permitir, buscar o novo incrustado no velho, as descobertas no percurso foram aos poucos absorvidas pelo grupo e descobrimos que arte neste lugar sempre pregou uma modernidade através de seus autores pedagógicos que tiveram uma preocupação de inserir desde cedo a arte no contexto educacional ,particularmente por causa do sincretismo religioso .Iniciar um trabalho pegando o gancho na crença popular para finalizar dentro do contexto educacional foram as estratégias usadas por educadores da Universidade de Brasília que dês há muito ,se instalou no lugarejo. A partir do Estagio e da FAV/UAB nos proporcionou a liberdade de se permitir conhecer e reciclar as idéias e descobrir que o mínimo de conhecimento que se possui trás mudanças gigantescas rompendo com barreiras e nos alargando as fronteiras e entendendo que ainda não saímos do território, mais estamos prestes, após esta a enveredar por lugares que nem imaginávamos .Estes são os sentimentos que interage com os saberes que são absorvidos a medida que são instalados dentro de cada um .
Quando no primeiro momento do Estágio I, foi pedido que fossemos as ruas para mapear a cidade, apreensiva tivemos dificuldades, sem entender, achava desnecessário, habituado ao sedentarismo esforçava por abrir as janelas e as portas e sair por ai por possíveis locais de arte, logo a ansiedade passou e pode ter significativas experiências,vi o sol e andei ao ar,ouvi o silvo dos ventos e o barulho dos pássaros e encontrei com pessoas ouvi suas histórias e outras vezes reclamações sobre a prestação de serviços da Prefeitura.Enfim quando finalmente encontrávamos o endereço local de Ateliês, percebemos um mundo dentro da cidade e o desenvolvimento destas como meio de expressão e sobrevivência.Questionamentos foram sendo enumerados em relação a sobrevivências dos artistas e a dificuldades destes para se firmar no mercado. As experiências vão somando no que podemos aplicar na elaboração dos currículos. Arte como apreciação, como repasse de cultura ou de resgate cultural e arte como produto para o mercado sem dizer que podemos explorar o ateliê como espaço de criação e produção ver os processos os matérias utilizados os meios de como é feito, outra coisa é explorar as experiências do artista como palestras agendadas,ampliando o currículo.Assim há uma interação da escola e comunidade uma educando a outra mutuamente.
O contato com a escola nesse segundo momento do Estágio II foi do interno para o externo, PDE/PRESTAÇÃO DE CONTAS/MERENDA/PPP e toda a pratica burocrática como o SIGE. A Diretora da escola escolhida para este Estágio nos fez a questão de nos mostrar tudo para que pudéssemos entender o que é a escola. O segundo passo foi conhecer a história da escola a planta baixa mapeada e a luta diária para manter a educação como foco de transformação e mudanças, o espaço físico da escola também foi bastante explorado como o prédio, os espaços da escola como também sua ocupação tanto por objetos como por atuação de pessoas, salas de aulas, banheiros, bibliotecas, depósitos, secretaria, laboratório de informática,sala de professor e cantina, como é o trabalho diário na escola e como é ser mediador na escola. Bem como o pátio e o espaço periférico.
O conteúdo adquirido nas ruas no primeiro momento do estagio I ,foi bastante importante no sentido de ter equilíbrio dentro da classe do 9ºAno ,amparados por conhecimento, podendo ter em nossa fala inicio meio e fim,com a clareza de exposição fazendo entender o propósito da presença do grupo ali,exploramos a fotografia como ação/pedagógica.Nesse momento sentimos que estávamos falando a mesma língua que os alunos,uma proposta moderna,leve proporcionando a cada um de ser autor de suas próprias narrativas a refletindo um pouco demos conta do quanto somos responsáveis quando somos denominados professor/orientador/mediador.Possibilidades de inovar ministrar com conhecimento segurança e tudo o que conquistamos através da organização por isso a imprescindível o planejamento,aliás como tudo que é bem sucedido.Na verdade para o professor de arte este é desafio a parte por ter ciência de que somos pesquisadores elaboradores do conteúdo a ser aplicado.As experiências midiáticas como o Blog do Estágio o processo de criar nos abriu também para a arte digital que em pouco tempo tomou um enorme espaço sugerindo novos artistas no disigner digital e com o próprio ambiente do AVA,a rede de pesquisa Google e a internet de modo geral,USBs e fotografia digital amplia as experiências nos atualizando frente aos acontecimentos e a realidade nos colocando em pauta com o pensamento e os fazeres desta geração.
O terceiro momento do Estágio III, com a idéia amadurecida ,saí as ruas e entrei nos espaços estranhando o familiar em busca de uma porta onde pudesse explorar as histórias exatamente aqui me permitir a experimentar a poética através de leituras metódicas e inspiradas de minha porta, o caminhar foi nos envolvendo por que ,não sabia onde terminaria.As vezes caminhava e voltava com a sensação de vazio,era frustrador,logo depois nos espaços de dias e se envolvendo nas histórias de vida das coisas por aqui,ia matando a grande charada.Eureca!Achei minha porta. A casa da Lú este é um espaço de convivência e descobertas mil, em cada canto têm uma passagem que leva a outra dimensão, pois a casa da Lú não se divide em cômodos, mas em dimensões, para crianças de todas as idades, basta apenas adentrar para navegar por este universo tridimensional, que se chama H2OLHOS, aberta aos moradores de Olhos D’Água sem formalismos.
Ampliou nos a visão porque este espaço tem toda uma história com meio ambiente e sua família é de artistas alguns afamados, bem a sua história me abriu portas, como era fácil organizar um teatro, logo montei um grupo, pensei em trabalhar com mascaras indígenas ter toda aquela encenação artística visual, não deu certo embora o grupo rompeu sozinho e vai se apresentar na próxima feira de trocas movimento cultural local.Então o gancho foi o Desenvolvimento Sustentável para combinar com minha porta,a idéia foi tomando proporção,pois devia ser também A Intervenção Artístico/Pedagógico, o questionamento foi gerado em mim com respostas da seguinte forma ,por que deveria reunir um grupo em meu favor?Para servir apenas enquanto durasse o Estágio,a consciência foi logo gritando,é puro egoísmo! A tarefa foi planejar, algumas estratégias e reuniões na parca da cidade, dali fui tirando pessoas que gostavam de arte,na verdade,o conceito de arte é a sensibilidade da criatividade e do belo segundo o pequeno grupo,nos acertamos ,nos reunimos poucas vezes ,coloquei a importância do estágio,a finalização deste trabalho,mais que não se preocupassem não por que em troca desse favor eu abriria um blogger para expor os trabalhos na internet até mesmo a criação de um site se preciso for,outra coisa boa era o espaço que poderiam vender suas peças quando criadas em uma lojinha e na banca da feira local e também de Alexania pois havia conseguido uma parceria significativa e bastante interessante.A proposta é voltada para tomada de consciência ambiental,vamos nos desenvolver combinando preservação do meio em que vivemos ,logo depois foi recolher o lixo e ir atrás de garrafas petis,pneus de motocicletas e recipientes de plásticos conciliando com restos de coisas,como retalhos ,madeiras,sementes etc..Deu certo.O grupo de três pessoas ,já faturou mais de 630 reais desde o dia que começamos ,parece ser muito pouco mais é significativo para quem não ganhava nada .E importante dizer que não houve gastos só mão de obra e que o grupo de oito pessoas restaram apenas três,o que deu errado foi só isso em relação a esta segunda proposta ,as necessidades do presentes são atendidas sem prejuízos para o futuro no que dizem respeito a natureza.Aprendemos a separar o lixo orgânico e o seco.Fazer uma seleção do lixo e também se tornar missionários desta idéia e proliferá-la na comunidade pelo o menos,assim a cidade vai educando e sendo educada para as questões artísticas ambientais.Conclui se que através das experiências adquiridas das vivencias proporciona o conhecimento ampliando a visão sendo capaz de perceber as influencias artísticas e o quanto de comunicação que estas carregam entendi que tudo o que existe tem uma história que deve ser respeitada mais as vezes amamos mais as coisas do que as pessoas este valor a cidade educadora nos mostra que devemos amar as pessoas mais do que as coisas olhando o potencial de cada um e o universo que existe dentro do ser humano ,cada um tem seus saberes seus caminhos, sua bagagem cultural e esta no mediador a capacidade de contribuir a de instigar a ampliação destes saberes,de fazer analises e refleti-lás dentro da cultura visual conhecer e discernir o processo de ensino/aprendizagem o relacionamento que toda esta vivencia se aplica no convívio de aluno/professor nas descobertas midiáticas ,na interpretação textual e textual imagética ,até mesmo , o causo de um lavrador ou uma expressão em silencio alfabetizar para aprender ler os olhos as placas e a mundo e a vida em seus significados mesmo nas crises existenciais,assim sendo as ações pedagógicas são ampliadas pois os que nela atuam datem informação e conhecimento.
Aluna. Camélia Alves Jardim Parente.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
- o esforço pessoal (primeiro passo para a criatividade)-Então meu esforço foi criar apartir de pesquisas a minha propria imagem,e me inspirei nos girassois de Van Gogh
- a pesquisa- Então foi só pesquisar os traços e cores brilhantes que Van Gogh usava e tentar com tinta guache a textura das pinceladas.
- a experiência (experimento de novos materiais, de formas etc.) Usar o lixo para reciclagem é uma proposta que pode se repetir em sala de aula com alunos do ensino-fundamental e medio.
- resolver o "problema" - a solicitação da atividade-Acho que ate aqui resolvi o problema.
- Identificar se a imagem se enquadra em alguma das tendências do Modernismo citadas pela autora de nosso texto/apostila:
- Construtivista - guiada por princípios utópicos de construção de uma nova sociedade.Ela se enquadra bem aqui,por que construimos uma arte bidimensional apartir do que temos não excluindo por que é acessivel a todos, economicamente viavel e ecologicamente correto.
Esta imagem é tranformada pelo programa de softwer de computador o paint.
esta aqui a imagem.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
POETICA
POETICA DA MINHA PORTA
OS ZOIS DE TANTOS VINDOS
MINHA TERRA É TERRA QUERIDA
ONDE O VERDE TEM MAIS VIDA
E A VIDAS TANTOS AMORES
OLHOS D ÁGUA É AQUI!
ASSIM CHEIO DE CORES
NO CERRADO TEM BELEZAS
RIQUEZAS E SABORES
TEM CAJU ,CAJA MANGA
PITANGA E GABIROBA
AS MULHERES SAEM AO CERRADO
NO COLO DAS RODAS DA SAIA
PUNHADOS DE BAC-PARI
MAIS SE PREFERIR
ATEAR O FOGO A LENHA
NA FORNALHA DA COZINHA
ARROZ COM PEQUI
QUEIJO FRESCO E REQUEIJÃO
OS FILHOS DESTA TERRA
EM TUDO SE SOBRESSAI
TEM PORTE DE ARTISTA
ARTISTAS SIM! SÃO OS ARTESÃOS
FAZEM BONECA DE BUCHAS
DE PANO COM CABELO DE LINHA
CESTAS COM PALHAS DE MILHO
FOLHAS SECAS E DE FRUTO PINHA.
PANELAS DE BARRO
CALDEIRÃO DE FERRO
COM CONTAS E CONTRA PONTOS
DE CORTINAS DE AVE-MARIA
POTES DE PIMENTA E AÇAFRÃO
E ATE TRABALHOS DE MADEIRA
TODA EXPOSIÇÃO NA PRAÇA
MESA E CADEIRAS
TATUAGEM INDIGINA
E PINTURAS INDIANAS
NAS TELAS RETRATAS
A PRAÇINHA DO CORETO
NAS RUAS A BANDINHA
EM MANHÃS O CORTEJO
OS POETAS E PATRIOTAS
VEZES VOZES E VIOLÃO
TEM SEU PEDO SAMAMBAIA
CANTANDO LAÍS ADERNE
DE AUTORIA SUA CANÇÃO
CANTA OLHOS D ÁGUA
CANTA OS ZOIOS DE TANTOS VINDOS
NA CABEÇA SEU CHAPEU DE PALHA
OU DE FOLHAGEM DE BURITI
AS VEZES EM SEU DISFILE COM CHAPEU DE BANANEIRA
BEM NO ALTO DA PAINEIRA
SE APRESENTA O MAESTRO DE PRIMEIRA VOZ ,O JURITI.
NA TELA A EXPRESSÃO DOS LAVRADORES
NO ATO DE VOTAR A FÉ E DE SEUS LOUVORES.
NÃO PODIA DE DEIXAR
DE CITAR NOS VERSINHOS SIMPLES
EU COMO MORADORA NASCI E ME CRIEI AQUI
MINHAS IRMÃS TECELÂS
TRABALHAM SUAS HISTÓRIAS NOS TEARES
ENTRE LINHAS SUBLIMINARES
QUE EM BERÇO ESPLENDIDO
NA PRAÇA VERDE SUA MANTA ESTENDE
DEBAIXO DA MARIA PRETA
ENFRENTE A PORTA DA IGREJA
DO LADO DA CRUZ DE NOSSO SENHOR
TRABALHAM EM LINHAS A EMOÇÃO
JUNTO DA MATERIA PRIMA O ALGODÃO
DO TAPETE A CALÇA COMPRIDA
REDES,COBERTORES E ATÉ O BLUSÃO.
TODA ESTA EXPOSIÇÃO
COM O SUCESSO PASSADO DE BOCA-A-BOCA
DUAS VEZES POR ANO A FEIRA DE TROCA-TROCA.
DE AMORES ESTA TERRA ESTREMECE
PALMAS PARA OLHOS DÁGUA ,QUE ELA MERECE!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
http://www.youtube.com/watch?v=F6wstdzWANA&feature=player_embedded
TANAS HISTÓRIA
NA PORTA DE ENTRADA
NA PORTA DE ENTRADA
PORTAS
BUCANDO PELAS RUAS MINHA PRECIOSA PORTA.TERMINAMOS QUE ENVOLVENDO COM VARIAS HISTÓRIAS.
http://www.youtube.com/watch?v=MQ2Hrn8wCjk
ACHEI MINHA PORTA
http://www.youtube.com/watch?v=AjUJwfYbdx4
http://www.youtube.com/watch?v=MQ2Hrn8wCjk
ACHEI MINHA PORTA
http://www.youtube.com/watch?v=AjUJwfYbdx4
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
poética escolhida
AS CORES DO FOGO DA VIDA
de Aline Bassoli.
Ao primeiro
Ao primeiro olhar, nada mais é que solidão,
Terra infértil, seca, perdida no meio do nada.
Ao segundo, no entanto: que terra abençoada!
Quanta riqueza é gerada pelo seu queimado chão!
Amarelo do ipê, do capim dourado,
E do sol a brilhar por toda parte.
E vem da cigana o tom avermelhado
Que colore as araras com tamanha arte.
Desse sagrado encontro da natureza
Surge o alaranjado do entardecer;
Deixa para traz mais um dia dessa beleza
Reafirmando a maravilha de viver.
Somente com um olhar mais atento, mais profundo
Percebe-se a magia de todas essas cores
O cerrado, com o fogo, supera suas dores
Renasce, outra vez, para a sobrevivência desse nosso mundo.
AS CORES DO FOGO DA VIDA
de Aline Bassoli.
Ao primeiro
Ao primeiro olhar, nada mais é que solidão,
Terra infértil, seca, perdida no meio do nada.
Ao segundo, no entanto: que terra abençoada!
Quanta riqueza é gerada pelo seu queimado chão!
Amarelo do ipê, do capim dourado,
E do sol a brilhar por toda parte.
E vem da cigana o tom avermelhado
Que colore as araras com tamanha arte.
Desse sagrado encontro da natureza
Surge o alaranjado do entardecer;
Deixa para traz mais um dia dessa beleza
Reafirmando a maravilha de viver.
Somente com um olhar mais atento, mais profundo
Percebe-se a magia de todas essas cores
O cerrado, com o fogo, supera suas dores
Renasce, outra vez, para a sobrevivência desse nosso mundo.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Drão
Não sou Drão
Sou projeto
Sou a melhor elaboração
Sou expressão de Rafael
Sou semi Teo em terra –Meu Céu.
Sou a melhor criação
Nada aqui teria razão de ser
Sem mim sem você
Não sei de onde vim
Não sei pra onde vou
Sei que aqui estou
O vento sopre no ocidente
Os ventos também vem do oriente
Não sei onde nascem
Só sinto –ó em minha face
Assim também são os filhos de Deus
Que choram e lamentam
As dores agüentam
Que mistifica o yn e yang
Que sara a terra e depois a sangra
Que pede perdão e traz a guerra
O homem de muitas situações se sobressai
Mais a natureza uiva o seu grito de AI
Esse jogo não tem nada a certo
Mais esta ainda em aberto
Pra rever os conceito e fazer o que é direito
Nada aqui é eterno
O homem tão esperto faz do seu lar o inferno
Depois a culpa fica em deus
Q eu não liga para os problemas seus
É mais fácil culpar
Alguém que não se vê para cobrar!
Não sou Drão sou Grão.
De Camélia Jardim.
Não sou Drão
Sou projeto
Sou a melhor elaboração
Sou expressão de Rafael
Sou semi Teo em terra –Meu Céu.
Sou a melhor criação
Nada aqui teria razão de ser
Sem mim sem você
Não sei de onde vim
Não sei pra onde vou
Sei que aqui estou
O vento sopre no ocidente
Os ventos também vem do oriente
Não sei onde nascem
Só sinto –ó em minha face
Assim também são os filhos de Deus
Que choram e lamentam
As dores agüentam
Que mistifica o yn e yang
Que sara a terra e depois a sangra
Que pede perdão e traz a guerra
O homem de muitas situações se sobressai
Mais a natureza uiva o seu grito de AI
Esse jogo não tem nada a certo
Mais esta ainda em aberto
Pra rever os conceito e fazer o que é direito
Nada aqui é eterno
O homem tão esperto faz do seu lar o inferno
Depois a culpa fica em deus
Q eu não liga para os problemas seus
É mais fácil culpar
Alguém que não se vê para cobrar!
Não sou Drão sou Grão.
De Camélia Jardim.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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